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As estatísticas de criminalidade na gestão do vice de Flávio na Segurança Pública de Alagoas

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Há estatísticas que podem medir o nível de eficiência de um administrador público frente a um órgão de governo. As conclusões, se negativas, são utilizadas por adversários políticos quando autoridades decidem disputar um cargo público.

O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como candidato a vice-presidente da República na chapa do senador  Flávio Bolsonaro (PL-RJ), foi duas vezes secretário de Segurança Pública de Alagoas.

Ele comandou o enfrentamento à criminalidade pela primeira vez de 2015 a março de 2016. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2026, divulgado no mês passado, traz números positivos para a gestão do ex-secretário.

O documento, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, catalogou as Mortes Violentas Intencionais (MVI) nos últimos 13 anos, estatística que soma todas as vítimas de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais em serviço e fora.

Gaspar conseguiu reduzir as MVI em 17,8%, com 1.808 mortes registradas. No ano anterior, em 2014, haviam sido 2.201 mortes. A taxa de 69,4 mortes por 100 mil habitantes caiu para 56,8 no ano seguinte.

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Gaspar deixou o comando da SSP-AL em março de 2016, em função de uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que proibia membros do Ministério Público de exercerem cargos fora da instituição.

O senador assumiu a SSP-AL novamente em janeiro de 2021, ocasião em que ficou mais um ano no comando das ações de combate ao crime. Seus índices, mais uma vez, foram positivos. Em 2020, tinham sido registrados 1.249 Mortes Violentas Intencionais, número que caiu para 1.138, uma redução de 8,8%. A taxa de mortos por 100 mil habitantes caiu de 38,9 mortes para 35,4.

Durante os dois períodos de gestão de Alfredo Gaspar, ele intensificou a unificação e troca de informações entre as polícias Civil e Militar e o Ministério Público e deu prioridade ao enfrentamento das organizações criminosas e quadrilhas de assaltantes.

A Segurança Pública está no topo das preocupações dos brasileiros, segundo as pesquisas.

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