As novas pesquisas da disputa Lula x Flávio que sairão na semana que vem

A próxima semana marcará a divulgação de duas pesquisas nacionais sobre a sucessão presidencial de 2026. Os levantamentos da BTG/Nexus e da Genial/Quaest, que serão publicados na segunda-feira, 3, e na quinta-feira, 5, respectivamente, vão oferecer um novo retrato da corrida pelo Palácio do Planalto e indicar como os eleitores estão reagindo aos principais acontecimentos políticos que passaram a dominar a campanha nas últimas semanas.
Além dos testes de intenção de voto para o primeiro e o segundo turno, os levantamentos incluem blocos para medir a avaliação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a percepção sobre a economia, a rejeição e o potencial de voto dos principais pré-candidatos, além de investigar quais temas hoje pesam na decisão do eleitor.
Porém, a Genial/Quaest dedicará um amplo bloco aos episódios recentes que marcaram o noticiário político, como a crise diplomática envolvendo os Estados Unidos, o apoio do presidente argentino Javier Milei à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), decisões do ministro Alexandre de Moraes e outros fatos que podem influenciar a campanha presidencial.
A pesquisa Quaest
Primeiro e segundo turno – Além dos tradicionais cenários de primeiro e segundo turno para a sucessão presidencial, a pesquisa buscará identificar se acontecimentos recentes têm potencial para alterar a disposição do eleitor em relação aos principais nomes da disputa. Os candidatos presentes são Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Samara Martins (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Heró Bezerra (PRTB), Hertz Dias (PCO) e Rui Costa Pimenta (PCO).
Milei, Trump e a crise internacional – O levantamento perguntará se os entrevistados tomaram conhecimento do apoio do presidente argentino Javier Milei à candidatura de Flávio Bolsonaro e se esse gesto impacta na intenção de voto no senador.
Donald Trump e tarifas – O questionário também medirá a percepção dos brasileiros sobre Donald Trump, o alinhamento internacional do Brasil e os possíveis efeitos políticos de um eventual apoio do presidente americano à candidatura de Flávio Bolsonaro. Além disso, os entrevistados deverão apontar o impacto das tarifas impostas pelos EUA na economia e opinar sobre a resposta do governo brasileiro.
Alexandre de Moraes – A pesquisa investigará a repercussão da decisão do ministro Alexandre de Moraes que proibiu Jair Bolsonaro de receber visitas de Flávio Bolsonaro por noventa dias, perguntando se os eleitores consideram a medida correta e se ela influencia a disputa presidencial. O questionário também aborda declarações de Flávio Bolsonaro sobre as urnas eletrônicas, o uso de inteligência artificial em peças de campanha e a reconciliação pública entre o senador e Michelle Bolsonaro.
A pesquisa BTG/Nexus
Primeiro e segundo turno – A Nexus medirá a corrida presidencial em cenário espontâneo e em um cenário estimulado de primeiro turno com Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Samara Martins (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Heró Bezerra (PRTB), Hertz Dias (PCO) e Rui Costa Pimenta (PCO). O instituto também simulará quatro cenários de segundo turno: Lula contra Flávio Bolsonaro, Lula contra Romeu Zema, Lula contra Ronaldo Caiado e Lula contra Renan Santos.
Motivações do voto – O levantamento investigará se a decisão do eleitor já está consolidada ou ainda pode mudar até outubro. Também medirá o potencial de voto e a rejeição dos principais candidatos, além de perguntar qual perfil de presidente os brasileiros gostariam de eleger: Lula, um nome apoiado por Jair Bolsonaro ou um candidato que não seja vinculado a nenhum dos dois grupos políticos.
Economia e prioridades – O questionário investigará quais são os principais problemas do país, como os brasileiros avaliam a economia e a própria situação financeira, a comparação com o cenário de 2022 e as expectativas para os próximos seis meses. Também perguntará em que medida o governo é considerado responsável por eventuais melhoras ou pioras em áreas como segurança, saúde, educação, custo de vida e preços dos alimentos.
VEJA+IA: Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.
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