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Cacau avança em Nova York após problemas com a safra na Costa do Marfim



O cacau abriu o primeiro pregão da semana na bolsa de Nova York com preços em alta, em meio a problemas com o clima em algumas das principais regiões produtoras. Os contratos da amêndoa para setembro, os mais negociados atualmente, avançaram 1,72%, para US$ 3.906 a tonelada.
Segundo análise da Barchart, os preços subiram hoje devido à cobertura de posições vendidas (aposta na queda dos preços) após produtores de cacau na Costa do Marfim relatarem que fortes chuvas e ventos destruíram botões florais jovens e danificaram cacaueiros. A Costa do Marfim é o principal produtor mundial de amêndoas.
Ainda de acordo com a consultoria, há chances para nova alta nos valores futuros do cacau em Nova York, devido a um volume excessivo de posições vendidas no mercado do cacau, que são as maiores dos últimos três anos.
Suco de laranja
Em dia de ajustes técnicos, o suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) registrou alta em Nova York. Os contratos para julho avançaram 0,75%, a US$ 1,6060 a libra-peso.
Algodão
No mercado do algodão em Nova York, os lotes com vencimento em julho fecharam em queda de 0,49%, a 73,39 centavos de dólar a libra-peso.
Café e açúcar
Nos negócios do café e do açúcar houve pouca oscilação nos futuros. No caso do café, os lotes do arábica para julho fecharam em queda de 0,24%, a US$ 2,4590 a libra-peso. No que diz respeito ao açúcar, os contratos com o mesmo vencimento registraram baixa de 0,14%, a 14,12 centavos de dólar a libra-peso.


Globo Rural

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