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China deve reduzir compra de alimentos, mas não do Brasil, diz ex-presidente do NDB

Apesar da perspectiva de que a China irá reduzir suas importações de alimentos ao longo dos próximos anos, com a busca do país asiático por elevar a produção doméstica, os chineses devem continuar aumentando as compras de produtos do Brasil. A avaliação é do ex-presidente do New Development Bank (NDB), conhecido como o banco dos BRICs – grupo de grandes economias emergentes — e membro do Conselho de Administração da Minerva Foods, Marcos Troyjo. O executivo falou a jornalistas durante evento realizado em Barretos (SP) nesta quinta-feira (27/8).

“Em minha avaliação, a China deve importar menos alimentos da Europa, dos Estados Unidos, da Austrália, da Nova Zelândia mas, curiosamente, vai comprar mais alimentos do Brasil. Apesar de buscarem ser independentes, os chineses terão de escolher com quem serão interdependentes, e minha aposta é que escolherão ser mais interdependentes com o Brasil”, afirmou Troyjo.


Globo Rural

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