AgroCultura
Com menor demanda da China por carne, Brasil deve reforçar diplomacia e inovação, dizem executivos

A perspectiva de demanda menos aquecida da China exige, além disso, que a indústria brasileira se reinvente para acompanhar as mudanças de consumo na velocidade necessária, na avaliação do presidente da Seara, João Campos, que também participou do painel. Há espaço para que os sistemas produtivos evoluam e a cadeia também precisará continuar avançando em eficiência operacional, na velocidade das respostas às mudanças do mercado e em escala para seguir atendendo tanto a China como outros consumidores, disse o executivo.
Globo Rural



