Economia

Dólar acelera perdas e cai abaixo de R$ 5,10 após payroll abaixo do previsto

O dólar à vista opera com baixa perante o real nesta sexta-feira (7), com investidores repercutindo a divulgação de dados do mercado de trabalho dos EUA abaixo das expectativas, enquanto permanecem dúvidas sobre um acordo entre EUA e Irã.

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Qual é a cotação do dólar hoje?

Às 9h32, o dólar à vista caía 0,47%, aos R$ 5,083 na venda. O dólar futuro para setembro — atualmente o mais líquido — cedia 0,70% na B3, aos R$ 5,105.

O dólar à vista encerrou a sessão de quinta-feira com baixa de 0,44%, aos R$5,1055.

Às 11h30, o Banco Central realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de setembro.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,082
  • Venda: R$ 5,083

Os Estados Unidos perderam 23 mil vagas de trabalho não-agrícolas em julho. A expectativa de pesquisa Reuters feita com economistas era de abertura de 80 mil vagas de trabalho fora do setor agrícola no mês passado, após 57 mil no mês anterior.

Já a taxa de desemprego ficou em 4,1%. A expectativa era de taxa de desemprego inalterada em 4,2% no mês passado, mesmo com a previsão de que a taxa de participação na força de trabalho tivesse se recuperado após cair para o menor nível em mais de cinco anos em junho.

O otimismo dos investidores com o forte crescimento dos lucros e o entusiasmo em relação à IA ofuscavam as preocupações com uma nova escalada das tensões no Oriente Médio.

As tensões continuaram no Golfo Pérsico depois que a Reuters noticiou que um acordo proposto entre o Irã e Omã para ajudar a pôr fim ao conflito entre os EUA e o Irã poderia dar a Teerã o controle sobre o tráfego marítimo que entra pelo Estreito de Ormuz.

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Os Estados Unidos não comentaram imediatamente a proposta. O presidente Donald Trump afirmou que um acordo para reabrir o estreito era iminente, mas autoridades americanas têm insistido repetidamente que jamais concordariam com o controle iraniano do acesso à rota comercial mais importante do mundo para o fornecimento de energia.

(Com Reuters)

Infomoney

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