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Flávio e Eduardo Bolsonaro politizam derrota do Brasil na Copa e dizem que foi culpa do PT

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O senador Flávio Bolsonaro e seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, foram às redes sociais associar a derrota do Brasil na Copa do Mundo neste domingo, 5, ao governo do Partido dos Trabalhadores. Os dois acompanharam juntos, em solo americano, o último jogo da seleção no mundial deste ano. Antes da partida, eles fizeram uma live no YouTube.

Desde que o PT chegou ao poder, em 2002, o Brasil nunca mais ganhou nada, nem no futebol nem para os brasileiros. Perdemos Copa, mas vamos ganhar o Brasil!”, disse Flávio, que é pré-candidato à presidência, em uma publicação no X, junto com uma foto sua segurando a bandeira do Brasil.

Eduardo seguiu a mesma linha. “Desde que Lula chegou ao poder o Brasil não ganhou mais nenhuma copa”, disse nas redes. Ele publicou uma montagem do presidente ao lado da primeira-dama e também, em outra publicação, uma montagem na qual seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, segura a taça ao lado da seleção brasileira.

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A última pesquisa sobre a corrida para a presidência da República foi um levantamento da AtlasIntel divulgado na última quarta, 1º. Nele, Lula aparece à frente do seu adversário, com 48,8% das intenções de voto. Flávio, em segundo, tem 42,3%.

Outros bolsonaristas também atrelaram o desepenho da seleção no jogo deste domingo ao governo petista. “Praga: o pênalti foi aos 13 minutos. Resultado, perdeu”, disse o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). O senador e pré-candidato a deputado pela mesma sigla, Carlos Portinho, disse que a atual seleção brasileira é um time “do Gilmar”, em alusão ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. O magistrado foi relator de ações sobre a presidência da Confederação Brasileira de Futebol. O ex-presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, inicialmente tentou se manter no cargo por meio de liminares, mas ele próprio acabou desistindo depois das ações.

 

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