níveis de suporte e resistência para operar hoje

Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (17/08) em queda de 0,23%, aos 5.222 pontos. O dólar à vista recuou 0,41%, a R$ 5,1998, interrompendo cinco sessões consecutivas de alta e acompanhando o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior. No Brasil, o mercado avaliou o IBC-Br, que caiu 0,6% em junho, mas avançou 0,2% no segundo trimestre. O indicador orientou a leitura dos ativos domésticos, incluindo a Bolsa, enquanto o Banco Central realizou dois leilões de dólares com compromisso de recompra, no valor total de até US$ 1 bilhão.
Para os traders de minidólar, o foco nesta terça-feira estará na continuidade do movimento do dólar no exterior e na reação do mercado aos dados de atividade. A repercussão dos leilões do Banco Central e o comportamento do contrato para setembro, também deverão influenciar a direção do câmbio.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão em queda, retomando o fluxo negativo. Apesar do recuo no acumulado do dia, o contrato apresentou recuperação ao longo do pregão e terminou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração reduz a pressão vendedora no curtíssimo prazo, mas ainda exige confirmação antes de uma retomada mais consistente da alta.
Para dar continuidade ao movimento de baixa nesta terça-feira, considero necessária a entrada de volume vendedor capaz de romper o suporte em 5.213,5/5.198,5 pontos. Abaixo dessa faixa, o fluxo vendedor poderá ganhar intensidade e conduzir o contrato a 5.192/5.180,5 pontos. Em uma queda mais prolongada, o próximo objetivo estará na região de 5.159/5.145 pontos.
Em sentido contrário, uma retomada da alta dependerá da entrada de volume comprador e do rompimento da resistência em 5.224/5.243 pontos. Acima desse intervalo, o minidólar poderá avançar em direção a 5.268,5/5.295 pontos. Caso o movimento comprador ganhe consistência, o alvo mais longo estará na faixa de 5.303,5/5.325,5 pontos.
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No gráfico diário, observo que o minidólar retomou o fluxo de baixa na última sessão, mas permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Na minha avaliação, essa configuração ainda preserva a possibilidade de novas altas, embora a recuperação dependa do rompimento de resistências importantes.
Para retomar o movimento positivo, o contrato precisará superar inicialmente a região de 5.268,5/5.303,5 pontos. A superação dessa faixa poderá abrir espaço para um avanço em direção a 5.377,5/5.490 pontos.
Por outro lado, a continuidade da baixa dependerá da perda da região formada pelas médias e pelos suportes em 5.189/5.152 pontos. Abaixo desse intervalo, a pressão vendedora poderá ganhar força e levar o contrato à faixa de 5.087/5.016 pontos. O IFR (14) está em 58,57 pontos, permanecendo em zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
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Saiba mais:
Dólar futuro (WDOU26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar também encerrou a última sessão com fluxo negativo e permanece negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra equilíbrio entre compradores e vendedores e deixa a definição do próximo movimento condicionada ao rompimento das regiões técnicas mais próximas.
Para retomar a alta, será necessária a entrada de fluxo comprador capaz de superar a resistência em 5.268,5/5.295 pontos. Acima dessa faixa, o contrato encontrará novo obstáculo em 5.303,5/5.351 pontos. Caso os rompimentos sejam acompanhados por maior força compradora, o minidólar poderá buscar 5.378 pontos.
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Para dar continuidade ao movimento de baixa, acompanho a perda do suporte em 5.198,5/5.180,5 pontos. Abaixo dessa região, o fluxo vendedor poderá ganhar intensidade e conduzir o contrato a 5.159/5.145 pontos. Em uma queda mais prolongada, os próximos objetivos estarão em 5.122,5/5.102,5/5.087 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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