Ruralistas insistem em juros menores, prazo e teto maiores para dívidas rurais

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) vai insistir na necessidade de juros mais baixos, prazo mais longo e teto de financiamento maior para a renegociação de dívidas rurais. Os parlamentares buscam ainda uma solução para o endividamento fora do sistema bancário. Uma contraproposta será apresentada ao governo federal.
Uma ideia em avaliação no momento é propor juros de 4%, 6% e 8% para operações na linha especial de crédito para renegociação de dívidas de pequenos, médios e grandes produtores, respectivamente. As taxas estão abaixo das sugeridas nesta terça-feira (7/7) pelo Ministério da Fazenda, de 6%, 9% e 12%. A FPA não abre mão de juros de um dígito ou, no máximo, 10%, disseram fontes a par das discussões, e quer chegar a, ao menos, dez anos de prazo total, incluídos dois de carência.
Globo Rural


