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Servidora da Comurg atropelada por motorista bêbado é velada em Goiânia

DESPEDIDA

Familiares se despedem de Aparecida Alves da Silva, de 61 anos, que morreu três dias depois da colisão

Imagem da vítima

Aparecida Alves da Silva deixa um filho e uma neta de apenas 1 ano e meio (Foto: Reprodução)

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A família da servidora da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), Aparecida Alves da Silva, de 61 anos, que morreu depois de ser atropelada por um motorista bêbado durante o expediente de trabalho, se despede da vítima nesta quarta-feira (1º). A mulher é velada desde o início da manhã no Cemitério Vale do Cerrado, em Goiânia.

O sepultamento está previsto para acontecer a partir das 12h, conforme comunicado por familiares e amigos. O corpo de Aparecida foi liberado na noite de terça-feira (30), três dias depois de ser atingida enquanto realizava a poda no canteiro central da Avenida Americano do Brasil, no Parque Santa Rita. Ela estava internada no Hospital Estadual Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), que confirmou a morte cerebral.

Aparecida trabalhava há cerca de 12 anos na Comurg e estava prestes a se aposentar no fim deste ano. Em entrevista ao Mais Goiás, o filho único da servidora, Fernando Alves, contou que a mãe deixa uma neta de apenas 1 ano e meio e era reconhecida pela dedicação ao trabalho. 

O acidente 

Segundo a Comurg, Aparecida e o colega Fernando Lemes dos Santos, de 42 anos, realizavam serviços de poda de grama no canteiro central quando o condutor do veículo perdeu o controle da direção, atravessou a pista e atingiu os dois servidores. Em nota divulgada na tarde da última terça-feira, o Hugol informou que Fernando segue internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), respirando com a ajuda de aparelhos.

O condutor do veículo, por outro lado, foi solto pela Justiça na última segunda-feira (29), após audiência de custódia. O suspeito estaria com sinais de embriaguez ao volante no momento em que foi preso pela Polícia Militar (PM). A DPE representou o investigado durante a audiência de custódia e entrou com o pedido de habeas corpus, que foi acatado pelo juiz plantonista. 


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