Tadeu Schmidt faz desabafo ao revelar vício: ‘Que nem um zumbi há muito tempo’

Tadeu Schmidt decidiu falar publicamente sobre um hábito que, segundo ele próprio, tem incomodado em sua rotina: o uso excessivo do celular. Nesta segunda-feira, 31, o apresentador publicou um vídeo no Instagram em que fez uma reflexão sobre a relação com o aparelho e admitiu que considera estar “viciado”. Durante o desabafo, ele também chamou os seguidores para repensarem a maneira como utilizam o telefone no dia a dia. “Tô aqui pra reconhecer que eu sou viciado, e imagino que você também seja, viciado em celular. E eu queria te convidar pra superar esse vício junto comigo”, afirmou.
Apesar da crítica ao próprio comportamento, Tadeu fez questão de diferenciar o aparelho de seu uso. Para ele, o celular é uma ferramenta importante e facilita diversas atividades, principalmente profissionais. O problema, na avaliação do apresentador, surge quando a tecnologia deixa de ser utilizada apenas como recurso e passa a ocupar praticamente todos os momentos da rotina.
Durante o relato, Tadeu citou a época em que apresenta o “BBB” para explicar por que permanece tão conectado. Segundo ele, as funções relacionadas ao reality exigem que esteja disponível e acompanhando o celular praticamente o tempo inteiro. A necessidade profissional, porém, acaba se misturando com outros hábitos.
Ele contou que, muitas vezes, pega o aparelho com uma finalidade específica, como resolver alguma questão relacionada ao trabalho, mas acaba permanecendo nas redes sociais por muito mais tempo. Quando percebe, já está há vários minutos ou até horas deslizando a tela sem um objetivo definido. “Quando você se dá conta, você tá scrollando assim, que nem um zumbi há muito tempo. Isso não é legal”, declarou.
A percepção de que precisava mudar essa relação ficou mais evidente durante as férias, depois do encerramento do programa. Longe das obrigações profissionais, Tadeu decidiu reduzir a conexão e experimentar períodos maiores sem o telefone por perto. A experiência, segundo ele, foi positiva. “Eu fiz questão de me desconectar, e foi bom demais”, contou.
O apresentador também relacionou o excesso de celular à convivência com outras pessoas. Na visão dele, alguém que permanece constantemente olhando para a tela pode deixar de prestar atenção ao que acontece ao redor e acabar demonstrando desinteresse durante momentos de interação. Tadeu avaliou que esse comportamento pode até ser interpretado como falta de educação.
Após perceber os benefícios de ficar mais distante do aparelho, ele afirmou que pretende transformar a desconexão em um hábito. Tadeu reforçou que não considera o celular algo ruim, mas acredita que a forma como ele vem sendo utilizado pode trazer consequências negativas. “Esse troço aqui é sensacional, mas do jeito que a gente tá utilizando, é horrível, faz mal pra gente. Bora superar esse vício?”, concluiu.
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Impactos do uso excessivo
A preocupação de Tadeu também acompanha discussões de especialistas sobre os efeitos do uso exagerado de dispositivos eletrônicos. O excesso de tempo diante das telas pode estar relacionado a alterações no sono, na capacidade de concentração e no bem-estar.
No Brasil, o celular ocupa papel central na forma como a população acessa a internet. Dados do IBGE apontam que 98,7% dos usuários de internet com 10 anos ou mais utilizaram o telefone móvel para se conectar em 2025.
De acordo com orientações da Fiocruz, o chamado bem-estar digital não está relacionado somente à quantidade de horas diante das telas. Também é importante observar de que maneira o aparelho interfere no sono, na rotina e na convivência. Entre as recomendações estão diminuir o uso do celular durante as refeições e momentos de interação social, além de evitar o contato com telas próximo ao horário de dormir.
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