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Cacau dispara em Nova York após preocupações com a safra na África



O cacau abriu o primeiro pregão na bolsa de Nova York com preços em forte alta devido a um quadro adverso para as lavouras na principal região produtora do mundo. Os contratos da amêndoa para setembro subiram 9,06%, a US$ 4.621 a tonelada.
Ao citar informações da Reuters, o site Mercado do Cacau destaca que há preocupação com as chuvas acima da média na Costa do Marfim, líder na produção mundial da amêndoa.
O receio é de que essas condições impactem negativamente a safra intermediária, com incidência de doenças nos cacaueiros e ainda queda na qualidade dos grãos colhidos.
Açúcar
O açúcar fechou a sessão com preços em queda, a despeito do recuo da produção no Centro-Sul do Brasil. Os lotes do demerara para outubro recuaram 2,05%, a 13,84 centavos de dólar a libra-peso.
O açúcar se desvalorizou mesmo com menor oferta do Brasil, maior exportador mundial da commodity. Na segunda quinzena de maio, a fabricação do adoçante caiu 25,62% na comparação anual, para 2,20 milhões de toneladas.
Suco de laranja
Após duas altas consecutivas, o preço do suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) caiu na bolsa de Nova York. Os contratos para setembro caíram 2,38%, a US$ 1,5560 a libra-peso.
Café
O café fechou a sessão na bolsa de Nova York com preços em leve baixa. Os lotes do arábica para setembro recuaram 0,30%, a US$ 2,67 a libra-peso.
Algodão
O algodão fechou com preços em leve queda na bolsa de Nova York. Os lotes com vencimento em dezembro, os mais negociados atualmente, caíram 0,33%, a 79,41 centavos de dólar a libra-peso.


Globo Rural

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