As propostas de Zema para aumentar o crescimento

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou que o Brasil tem um setor produtivo competitivo, mas limitado pelo excesso de burocracia, pela elevada carga tributária e pelo tamanho do Estado.
“O Brasil que dá certo já existe”, escreveu, em artigo publicado na Esfera News, a newsletter do think tank Esfera Brasil, nesta semana. “Essa é a fonte da minha esperança e do meu otimismo. Resolver os problemas do país é uma tarefa simples, apesar de não ser fácil. É preciso ser implacável contra o crime, a corrupção e o custo Brasil, que destrói R$ 1,7 trilhão por ano em juros, impostos e burocracia.”
Zema apresentou algumas propostas para impulsionar o crescimento: redução do número de ministérios para cerca de 20, privatização de estatais, ampliação do Simples Nacional, redução da carga tributária sobre empresas e expansão de concessões e PPPs.
O ex-governador de Minas Gerais afirmou que o país deve reduzir a máquina pública e concentrar a atuação do governo em áreas essenciais.
“Ao empreendedor, menos imposto e mais previsibilidade. (…) O governo deve sair de onde não é essencial e entregar o básico bem feito: segurança, saúde e educação.”
Para Zema, os empreendedores brasileiros prosperam apesar das dificuldades impostas pelo ambiente de negócios brasileiro, que tem uma estrutura que comprometeria a competitividade .
“Como é possível empreender em um país onde os juros estão acima de 14% ao ano? Como é possível contratar com as amarras das defasadas leis trabalhistas? Como é possível vender neste caos logístico de estradas ruins, portos sobrecarregados e ferrovias inexistentes?”, indagou.
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