AgroCultura

Agricultor familiar volta a produzir e lucrar com algodão no norte de MG

O agricultor familiar Joaquim Aparecido Alves da Cruz, de 58 anos, ajudava o pai no plantio do algodão no norte de Minas Gerais desde criança. Aos 18 anos, passou a ter sua própria roça, mas na década de 90 parou de plantar algodão porque a colheita de 30 a 60 arrobas por hectare já não pagava a conta. Voltou para o algodão após se associar à Cooperativa dos Produtores Rurais de Catuti, que uniu os pequenos agricultores, agregou tecnologia no campo e passou a comprar e beneficiar a pluma, afastando os atravessadores.

“Antes, a gente plantava algodão de sequeiro. Quando comecei com a irrigação de gotejo, produzia de 180 a 230 arrobas por hectare, mas tive problemas com a água do rio. Adotei o pivô e cheguei no ano passado a 260 arrobas. Neste ano, colhi pela primeira vez com máquina da cooperativa e espero atingir 300 arrobas”, diz o produtor que planta 2,5 hectares e também trabalha com leite.


Globo Rural

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