AgroCultura
Antes desprezado, sorgo vira ‘negócio da China’ com exportações e custo menor

Um cereal com origem entre as terras da África e da Ásia, mais resistente à seca, ao calor intenso e capaz de se desenvolver em solos menos férteis: esse é o sorgo. Com essas características, ele se torna uma opção de cultivo cada vez mais estratégica para os agricultores, em tempos de mudanças climáticas. E não só isso. Da família do milho, o sorgo brasileiro é usado na produção de ração, é matéria-prima do etanol e, agora, virou “negócio da China”.
As exportações ao mercado chinês foram autorizadas em 2024, mas começaram, efetivamente, em agosto deste ano e criaram mais uma demanda para o sorgo do Brasil. Das 790 mil toneladas enviadas ao mercado externo entre janeiro e setembro de 2026, a China foi destino de 755,6 mil.
Globo Rural



