Café e cacau recuam em Nova York com aumento da oferta


O café opera em queda nesta manhã de quarta-feira (2/9). Os lotes com entrega para dezembro de 2026 caem 3,22%, cotados a 2,9955 centavos de dólar a libra-peso.
A queda nas cotações segue baseada na expectativa de que a safra brasileira aumente a oferta de grãos no mercado.
Cacau
O cacau também opera em queda após chegar a sua maior cotação em 11 meses. Os contratos da amêndoa com vencimento em dezembro de 2026 recuam 4,96%, cotados a US$ 6.239 a tonelada.
O aumento da oferta da Costa do Marfim pressionou os preços do cacau. Dados acumulados do país, que é o maior produtor mundial de cacau, mostraram que os agricultores enviaram 2,14 milhões de toneladas de cacau para os portos no atual ano comercial (1º de outubro de 2025 a 30 de agosto de 2026), um aumento de 19% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Açúcar
O açúcar é outra commodity que recua. Os contratos com vencimento em outubro de 2026 caem 0,93%, negociados a US$ 18,19 a libra-peso.
Algodão
O algodão também cai. Os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 recuam 3,26%, cotados a 88,60 centavos de dólar por libra-peso.
Suco de laranja
Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado operam em alta. Os papéis mais negociados, com vencimento em novembro de 2026, estão cotados a US$ 1,4535 a libra-peso, com alta de 0,24%.
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