Política

Decisão de Moraes de suspender visitas de Flávio a Bolsonaro bomba nas redes

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de suspender as visitas do pré-candidato do PL à presidência da República,  Flávio Bolsonaro, ao ex-presidente Jair Bolsonaro pelos próximos 90 dias bombou nas redes sociais nas últimas 24 horas.

Segundo levantamento da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, o engajamento em torno do assunto no X, no Instagram e no Facebook se aproximou da barreira de 2 milhões de interações — entre curtidas, comentários e compartilhamentos — , entre 9h de ontem e 9h desta terça-feira.

A ala conservadora e predominantemente bolsonarista reagiu nas redes sociais com indignação, classificando a suspensão das visitas como uma violação de direitos familiares básicos sob pretexto político. Esse grupo também trouxe comparações do caso com episódios ocorridos durante a prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2018.

Por outro lado, perfis alinhados ao petista comemoraram a decisão de Moraes com ironias e memes, apontando que a tentativa de usar o parentesco para driblar ordens judiciais foi devidamente punida.

Levantamento da Nexus revela que, no X, às 9h da manhã desta terça-feira, “Moraes” figurava na liderança dos Trending Topics Brasil das últimas 24 horas. Enquanto isso, “Xandão”, apelido do magistrado, aparecia em 12º lugar, e “Flávio” e “Jair” na 17ª e 22ª posições, respectivamente.

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Ainda no X, uma análise amostral de 124 mil menções em português à suspensão imposta por Moraes, feitas por cerca de 28 mil usuários únicos, atinge um alcance estimado em 8,5 milhões de impressões, além de um engajamento aproximado de 675 mil interações.

No Facebook e no Instagram, outra amostra com 8,1 mil menções em português à decisão, feitas no mesmo período, acumula 2,3 milhões de interações. A nuvem destas plataformas ressalta que “medidas cautelares” e “90 dias” também são termos recorrentes nos debates.

No Google Trends Brasil, “prisão” ranqueou na 12ª posição das buscas das últimas 24 horas, por ordem de relevância, atraindo mais de 5 mil pesquisas.

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