Influenciadora de 22 anos morre após cirurgia bariátrica e deixa seguidores em choque

A morte da influenciadora digital e modelo plus size Thaylana Cordeiro causou grande comoção entre seguidores, familiares e amigos. A jovem, que tinha apenas 22 anos, faleceu em 1º de junho, após enfrentar complicações decorrentes de uma cirurgia bariátrica. Ela estava internada no Hospital Calixto Midlej Filho, localizado em Itabuna, no sul da Bahia, onde recebia acompanhamento médico.
A notícia de sua morte rapidamente repercutiu nas redes sociais, onde Thaylana era bastante conhecida por compartilhar conteúdos relacionados à moda, autoestima, estilo de vida e momentos de sua rotina. Ao longo dos anos, a influenciadora construiu uma comunidade fiel de seguidores, conquistando mais de 17 mil pessoas em seu perfil digital.
Poucos dias antes de morrer, Thaylana havia publicado um vídeo que mostrava produções inspiradas nas tradicionais festas juninas. Após a confirmação do falecimento, o conteúdo passou a receber ainda mais visualizações e comentários emocionados de seguidores que prestaram suas últimas homenagens à jovem. Muitos internautas destacaram o carisma, a simpatia e a autenticidade que marcaram sua trajetória nas plataformas digitais.
A repercussão da perda ultrapassou o ambiente virtual e mobilizou pessoas que conviveram com ela em diferentes fases da vida. Amigos, ex-colegas e admiradores compartilharam mensagens de despedida, relembrando momentos especiais e ressaltando a forma positiva como Thaylana impactou quem esteve ao seu redor.
Entre as manifestações de pesar, uma professora que acompanhou parte de sua formação escolar lamentou profundamente a notícia e prestou solidariedade aos familiares. Outras pessoas próximas também utilizaram as redes sociais para expressar tristeza diante da partida precoce da influenciadora.
O velório foi realizado em Itabuna, cidade onde Thaylana morava e mantinha forte vínculo com a comunidade local. Familiares, amigos e conhecidos compareceram para prestar as últimas homenagens. Já o sepultamento ocorreu no Cemitério Campo Santo, reunindo pessoas que desejaram se despedir da jovem.
A morte de Thaylana gerou uma intensa corrente de mensagens de carinho e apoio direcionadas à família. Seguidores lamentaram a perda repentina e destacaram o legado deixado por ela por meio de seus conteúdos, que incentivavam a autoestima, a inclusão e a valorização da beleza em suas diferentes formas.
Mesmo tão jovem, a influenciadora havia conquistado espaço nas redes sociais e se tornado referência para muitas pessoas que acompanhavam sua trajetória. Sua partida deixou um sentimento de tristeza entre aqueles que admiravam seu trabalho e acompanhavam diariamente sua jornada pessoal e profissional.
Atriz de ‘Corpo e Alma’ morreu assassinada pelo colega de elenco em caso que chocou o país
Há 33 anos, o Brasil acompanhava um dos episódios mais chocantes já registrados envolvendo uma figura pública. O assassinato da jovem atriz Daniella Perez, então em ascensão na TV Globo e destaque na novela De Corpo e Alma, permanece até hoje como um marco doloroso na memória coletiva do país.
Filha da autora Glória Perez e casada com o ator Raul Gazolla, Daniella tinha uma carreira promissora quando foi vítima de um crime brutal que abalou o Brasil. A atriz foi morta com 18 golpes de arma perfurante, em uma ação que, segundo investigações, não lhe deixou qualquer possibilidade de defesa.
As apurações do caso apontaram como autores o ator Guilherme de Pádua e sua esposa à época, Paula Thomaz. O crime ganhou enorme repercussão não apenas pela violência, mas também pelo fato de envolver dois colegas de trabalho da vítima na mesma produção televisiva.
Segundo as investigações, o homicídio teria sido motivado por conflitos profissionais e ressentimentos relacionados ao espaço ocupado pelos personagens na trama De Corpo e Alma, escrita por Glória Perez. O caso rapidamente tomou conta do noticiário e se tornou um dos mais comentados da década de 1990.
Em um dos detalhes que mais chamaram atenção na época, Guilherme de Pádua chegou a se aproximar da família da atriz logo após o crime, prestando condolências a Glória Perez e a Raul Gazolla antes de ser formalmente identificado como suspeito.
O desfecho das investigações ocorreu após uma testemunha anotar a placa do veículo envolvido, o que contribuiu para a elucidação do caso. Poucas horas depois, o ator acabou confessando participação no crime, conforme registrado pelas autoridades.
De acordo com a investigação policial, Daniella teria sido abordada ao final das gravações da novela, sendo forçada a entrar em um carro conduzido por Paula Thomaz. Em seguida, foi levada até o local onde o crime foi consumado.
Condenações
Em 1997, os dois foram julgados e condenados pelo assassinato. Guilherme de Pádua recebeu pena de 19 anos de prisão, enquanto Paula Thomaz foi sentenciada a 18 anos e 6 meses. O caso foi enquadrado como homicídio qualificado, com agravantes de motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima.
Apesar da condenação, Guilherme cumpriu parte da pena e foi liberado em 1999, após cerca de 6 anos e 9 meses de detenção. Após deixar a prisão, teve uma trajetória marcada por mudanças pessoais, incluindo novos casamentos e, anos depois, sua atuação como pastor em uma igreja evangélica em Belo Horizonte.
Em 2023, Guilherme de Pádua morreu após sofrer um infarto, encerrando um capítulo ainda muito discutido da história criminal brasileira.
O caso voltou a ganhar grande visibilidade recentemente com o lançamento do documentário “Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez”, disponível na HBO Max, que revisita os bastidores da investigação, os desdobramentos do julgamento e o impacto do crime na vida da família.
No fim do ano passado, a escritora e autora Glória Perez, hoje com 77 anos, relembrou a data em que a filha foi assassinada e publicou um desabafo nas redes sociais, emocionando seguidores ao falar sobre a dor da perda.
“Tanta vontade de viver, tanta alegria, tantos sonhos… que vida bonita você tinha pela frente… Hoje faz 33 anos e eu repito: o tempo não ameniza nada, só passa. Assim como a dor, não ensina nada, só dói. 28/12/1992”, escreveu na legenda.
A lembrança do caso, mesmo após mais de três décadas, segue mobilizando memória, emoção e debates sobre violência, mídia e justiça no Brasil.
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