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Mila Seidl desmente fake news sobre tratamento experimental de Lito Sousa: ‘Parem de inventar’

A empresária Mila Seidl usou suas redes sociais neste sábado (5) para fazer um desabafo sobre a circulação de informações falsas a respeito do tratamento de seu marido, o influenciador Lito Sousa (59).

Diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição neurológica progressiva que comprometeu parte de sua capacidade motora, Lito iniciou recentemente o uso do ALN-657, um medicamento experimental e de difícil acesso.

Diante de rumores de que a liberação da droga teria contado com facilidades financeiras ou favorecimento político, Mila utilizou os stories de seu Instagram para esclarecer que todo o processo foi conduzido de forma autônoma pelo casal — e respaldado exclusivamente pelos médicos responsáveis pelo caso.

A galera falando que teve dedo do ministro para conseguir a medicação, que o empresário rico financiou, que a Anvisa… Gente! É a última vez que eu vou explicar: quem conseguiu a medicação fomos eu e o Lito. Nós dois participamos, sozinhos, junto com os médicos, de todas as entrevistas. Tanto é verdade que a gente participou dos estudos e foi negado. Não porque ele não preenchia os requisitos, mas porque o estudo estava fechado“, assegurou ela.

Segundo a empresária, após a tentativa frustrada de inclusão na pesquisa original, a saída encontrada foi recorrer ao uso compassivo do fármaco. “Eu nem tinha que ficar aqui desmentindo, falando que passamos na frente. Eu não tenho controle do que os outros falam, estou falando o que é. Conseguimos por meios próprios o contato de uma outra farmacêutica, fizemos uma reunião com eles e, porque o caso do Lito é muito interessante, eles liberaram o uso compassivo.

Com a anuência do laboratório, cabia ainda o cumprimento dos trâmites burocráticos e regulatórios junto a órgãos competentes, como o FGA, o Ministério da Saúde e a Anvisa.

Mila relata ter reunido pessoalmente toda a documentação necessária para demonstrar a viabilidade técnica da aplicação. “Tudo dentro da lei. Um processo regular, existente e de acesso para todo mundo. Tem um monte de documento lá, eu juntei tudo. O que foi feito é que a Anvisa autorizou o uso, porque foi provado por A mais B que fazia sentido”, diz.

Ao encerrar seu pronunciamento, Mila enfatizou que a terapia não envolveu verba pública ou investimento de terceiros, tratando-se de um recurso garantido pela legislação a qualquer paciente na mesma condição.

Não teve ajudas excepcionais pelo Lito. Toda ajuda que aconteceu qualquer outra pessoa pode ter. Isso não é uma regalia nossa, é um direito de qualquer pessoa que está na mesma situação que a gente. Parem de inventar, por favor!“, finaliza.

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