O difícil embate entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto que desafia domínio do PT na Bahia

Ler Resumo
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) estão empatados tecnicamente no primeiro e no segundo turno na disputa pelo comando do estado, segundo levantamento da Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira, 11. Para fazer a pesquisa, o instituto ouviu 1.600 eleitores entre os dias 6 e 10 de agosto, passando pelo primeiro debate eleitoral, no último domingo, 9, e gerando um documento com margem de erro de dois pontos percentuais, cujo nível de confiança é de 95%.
Na simualação de primeiro turno, Neto tem 44% contra 42% de Jerônimo.
- ACM Neto (União): 44%
- Jerônimo Rodrigues (PT): 42%
- Ronaldo Mansur (PSOL): 2%
- José Estevão (DC): 1%
- Aroldo Félix (UP): 0%
- Nulo / Branco: 7%
- NS / NR: 4%
Na pesquisa espontânea, quando nenhum nome é citado para o eleitor, Jerônimo e Neto têm o mesmo percentual, 17% das intenções, o que aponta para um cenário de empate ainda mais consolidado. Nesse caso, ainda são lembrados outros nomes, como o ex-governador Rui Costa (PT), com 1%, e “outros”, que juntos somam 2%.
Já quando um provável segundo turno é investigado, ambos tem leve aumento, ainda dentro da margem de erro, mantendo o empate técnico.
- ACM Neto (União Brasil): 45%
- Jerônimo Rodrigues (PT): 44%
- Nulo / Branco: 7%
- Não sabe / Não respondeu: 4%
Tanto o petista quanto o cacique de direita são os principais nomes rejeitados pelo eleitor baiano. De acordo com a pesquisa, os percentuais de rejeição deles são quase iguais ao de suas intenções de voto. Confira abaixo o nível de rejeição dos principais candidatos.
- ACM Neto (União Brasil): 44%
- Jerônimo Rodrigues (PT): 43%
- Ronaldo Mansur (PSOL): 20%
- Ariel Capistrano (DC): 14%
- José Estevão (DC): 14%
- Aroldo Félix (UP): 13%
- Poderia votar em todos: 2%
- NS / NR: 2%
Já em relação à aprovação do atual governo, Jerônimo Rodrigues conta com um cenário de eleitor dividido. Ao todo, 51% aprova sua gestão, enquanto 48% desaprova, e 2% não sabe ou não respondeu. Em outra escala, 26% considera uma gestão ótima ou boa; 44% diz que é regular; 29% aponta como péssimo; e 1% não sabe ou não respondeu.
Veja



