Política

O grupo que mais criticou Michelle por seu vídeo sobre Flávio Bolsonaro

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A repercussão do vídeo publicado por Michelle Bolsonaro contra Flávio Bolsonaro provocou uma rápida mudança no desempenho da ex-primeira-dama nas redes sociais. Depois de registrar forte crescimento de seguidores, Michelle passou a perder engajamento nos dias seguintes. A avaliação foi apresentada pelo analista Alek Maracajá, CEO da Ativa Web, durante o telejornal VEJA em Foco, comandado por Marcela Rahal (este texto é um resumo do vídeo acima).

Segundo Maracajá, Michelle havia conquistado mais de 100 mil novos seguidores em quatro dias após a divulgação do vídeo, movimento que elevou sua taxa de engajamento. “Quem trabalha com dados tem que entender uma coisa extremamente importante: amanhã pode mudar tudo. Em minutos muda tudo”, afirmou.

O que mudou depois do pico de crescimento?

De acordo com o levantamento, o cenário se inverteu logo após o auge da repercussão. Entre segunda-feira e esta quinta, Michelle perdeu cerca de 10,2 mil seguidores, segundo o analista.

Maracajá afirmou que o movimento reduziu o engajamento da ex-primeira-dama e refletiu diretamente sobre sua presença digital. “O maior patrimônio digital de um político são os seus seguidores”, disse.

Quem concentrou as críticas?

O dado que mais chamou a atenção do analista foi o perfil de quem criticou Michelle nas redes sociais. Segundo ele, 83% das manifestações negativas partiram de homens, enquanto apenas 17% vieram de mulheres.

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Questionado por Marcela Rahal se a reação poderia representar um movimento de caráter misógino, Maracajá afirmou que Michelle conseguiu inicialmente assumir uma posição de vítima após a divulgação do vídeo, mas avaliou que, posteriormente, houve uma mobilização organizada para reduzir seu alcance digital.

Qual foi a reação do PL ao episódio?

A análise foi apresentada após a exibição de um trecho de entrevista do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, à Rádio Gaúcha. Na conversa, o dirigente afirmou que Michelle pode desistir da disputa ao Senado e deixar de participar da campanha do senador Flávio Bolsonaro.

Michelle ainda mantém força nas redes?

Apesar da queda recente, Maracajá afirmou que Michelle continua com uma base digital expressiva, especialmente entre mulheres cristãs e evangélicas. Segundo ele, esse público permanece como um dos principais grupos de apoio à ex-primeira-dama, enquanto Flávio Bolsonaro passou a ocupar a segunda posição entre os políticos de direita com maior número de seguidores nas redes sociais, atrás apenas de Jair Bolsonaro.

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VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual VEJA em Foco (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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