Quaest: Celina Leão lidera disputa ao Governo do DF com 39%, e Grass tem 23%

A governadora Celina Leão (PP) tem 39% das intenções de voto e segue na liderança da disputa para o comando do Governo do Distrito Federal, segundo nova pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29).
Em seguida vem Leandro Grass (PT), com 23% das menções. Os resultados ainda apontam Paula Belmonte (PSDB) com 9% das menções, seguida por Ricardo Cappelli (PSB), com 3%, e Kiko Caputo (Novo), com 2%. Professora Samara Mineiro (UP) e Professor Robson (PSTU) têm 1% das menções cada. Os demais candidatos não pontuaram.
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e ouviu presencialmente 1.104 pessoas de 16 anos ou mais de 25 a 28 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais, e o levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número DF-02515/2026.
A pesquisa não apresentou aos eleitores o nome de José Roberto Arruda (PSD), que aparecia em terceiro no levantamento anterior. Ele teve o registro de candidatura rejeitado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na última quinta-feira (24), devido a condenações por improbidade no caso da operação Caixa de Pandora.
Ainda há 11% de eleitores que declaram desejo de votar branco, nulo ou de não votar, e o mesmo percentual de indecisos.
Em disputa de segundo turno, a pesquisa mostra que 54% dos eleitores desejam votar em Celina, contra 31% que mencionam Grass. Outros 4% estão indecisos, enquanto 11% declaram intenção de votar em branco ou nulo.
Senado
Michelle Bolsonaro (PL) segue na liderança na corrida ao Senado no DF, com 26% das intenções de voto, seguida de Leila do Vôlei (PDT), com 20% das menções. Há duas vagas em disputa.
Bia Kicis (PL) tem 18%, enquanto Erika Kokay (PT) apresenta 16% das menções. Os candidatos Sebastião Coelho (Novo), Ronaldo Fonseca (PSD), Professor Guilherme Amorim (UP) e Zanata (PSTU) têm 1% das menções cada. Os demais candidatos não pontuaram.
Na disputa ao Senado, 6% dos eleitores dizem estar indecisos, enquanto 10% apontam intenção de voto branco, nulo ou de não votar.
Folha de São Paulo



