Justiça decreta prisão preventiva de namorado que matou jovem em SC

A Justiça de Santa Catarina decretou, nesta terça-feira (11/8), a prisão preventiva de José Gustavo Rabelo, de 21 anos, suspeito de matar a namorada, a estudante de biologia Joviana Evelyn Iankovski, de 19 anos. A jovem foi encontrada morta nessa segunda-feira (10/8), dentro da casa do rapaz, em Sangão, no Sul do estado.
O pedido de prisão foi feito pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio da 10ª Promotoria de Justiça de Tubarão, durante audiência de custódia realizada nesta terça-feira (11/8). O Juízo da Vara de Garantias acolheu a manifestação e determinou que o suspeito permaneça preso.
Agora, o caso segue sob investigação da Polícia Civil. Depois da conclusão do inquérito, os autos devem ser encaminhados à 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Jaguaruna, que vai analisar as provas e decidir sobre a eventual apresentação de denúncia.
Relembre o caso
Joviana Evelyn foi localizada sem vida dentro de um quarto da residência do namorado, no bairro Santa Apolônia. Segundo a Polícia Militar, o corpo estava enrolado em cobertores e apresentava ferimentos no rosto.
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do Metrópoles
A localização ocorreu depois que a mãe da jovem procurou a polícia e relatou o desaparecimento da filha. Joviana havia saído de casa na quinta-feira (6/8) e informado que iria até a residência do namorado.
Durante o fim de semana, porém, a família passou a desconfiar das mensagens recebidas pelo celular da estudante. Segundo a mãe, o conteúdo das conversas não correspondia à forma como a filha costumava se comunicar.
A família também procurou parentes do namorado para tentar descobrir o paradeiro da jovem. Diante das informações desencontradas, a mãe acionou a Polícia Militar.
Os agentes foram até o imóvel e encontraram Joviana morta dentro de um quarto que estava com a porta trancada.
Suspeito confessou o crime
Após a localização do corpo, José Gustavo se apresentou em uma delegacia acompanhado de um advogado. Segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime.
A investigação trata o caso como possível feminicídio. A Polícia Científica também realizou perícia no imóvel para reunir vestígios que possam ajudar a esclarecer a dinâmica e as circunstâncias da morte.
Com a prisão preventiva determinada pela Justiça, o suspeito permanecerá detido enquanto a investigação avança. O MPSC aguarda a conclusão do inquérito para avaliar as próximas medidas em relação ao caso.
Metrópoles



